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segunda-feira, 25 janeiro 2021

Covid-19: Remessas para a África subsaariana caem 9% para 37,7 mil milhões - Banco Mundial



(Lusa) - O Banco Mundial estimou hoje que as remessas dos emigrantes para os países da África subsaariana deverão cair 9% este ano face aos níveis anteriores à pandemia de covid-19, para 37,7 mil milhões de euros.

"Dentro da região, as remessas para o Quénia mantiveram-se com um crescimento positivo, apesar de os fluxos deverem cair em 2021, e todos os países com um volume significativo de remessas deverão ver um declínio nos valores no próximo ano", lê-se num relatório do Banco Mundial sobre a evolução dos valores enviados pelos trabalhadores emigrados para os seus países de origem.

No documento, o Banco Mundial estim uma quebra de 14% a nível global no próximo ano, quando comparado com o total das verbas enviadas antes da pandemia de covid-19, e aponta que a África subsaariana deverá ser um dos principais afetados pela quebra no envio das verbas, que aumenta a insegurança alimentar e a pobreza.

"Uma vez que a pandemia de covid-19 afeta os países de destino e de origem dos migrantes da região, a queda nas remessas deverá levar a um aumento da insegurança alimentar e da pobreza", alerta-se no documento.

O Banco Mundial salienta ainda que a África subsaariana é a região do mundo mais cara para se enviar dinheiro, tendo em média um custo de 9% por cada 200 dólares enviados.

"Promover a tecnologia digital, combinado com um ambiente regulatório que promova a competição no mercado das remessas e rever as regulamentações sobre o combate ao financiamento do terrorismo e lavagem de dinheiro são essenciais para baixar as taxas cobradas pelo envio de remessas para a região", conclui o Banco Mundial.

"O impacto da covid-19 é perverso quando visto através do ponto de vista das migrações, já que afeta os migrantes e as famílias que dependem das suas remessas", comentou a vice-presidente do banco para o Desenvolvimento Humano e presidente do Comité das Migrações nesta instituição.

A queda nas remessas afetará todas as regiões neste e no próximo ano, com a maior queda a fazer-se sentir na Europa e na Ásia Central, cujas remessas cairão 16% e 8%, respetivamente.

 


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