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"Rede Sem Fronteiras" defende literatura lusófona na Feira do Livro de Lisboa

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A entidade cultural “Rede Sem Fronteiras”, com sede no Brasil e atuação em mais de 20 países, vai participar na 90ª Feira do Livro de Lisboa, de 27 de agosto a 13 de setembro, no Parque Eduardo VII, no centro da capital portuguesa. No local, essa entidade vai contar com um stand próprio, onde irá apresentar produções literárias de escritores brasileiros e lusófonos. A ideia é “fomentar a cultura lusófona, divulgando e promovendo escritores além-fronteiras”.

O stand da “Rede Sem Fronteiras” irá contar com obras de 60 autores, mas, apenas seis deles, residentes na Europa, estarão presentes. Os brasileiros serão representados, uma vez que, devido à pandemia, não poderão viajar. Entre esses autores, estão presidentes de Academias e de Associações Culturais.

Segundo Dyandreia Valverde Portugal, presidente da “Rede Sem Fronteiras”, e que vive hoje em Portugal, o evento valoriza a integração literária e cultural do mundo lusófono.

“Todo o processo para fazermos parte da Feira este ano já estava pronto quando a pandemia foi decretada. Tínhamos a confirmação presencial de mais da metade dos escritores inscritos, com bilhetes aéreos comprados. Devido à pandemia, paralisamos tudo e ficamos na expectativa de que a organização cancelasse a Feira, porém, a data foi só adiada. O quadro da crise em Portugal é muito diferente do que no Brasil, portanto, os organizadores se sentiram confiantes e resolveram realizá-la ainda este ano. Para minimizarmos a decepção e os investimentos dos escritores, resolvemos manter o stand, em menor tamanho, de forma mais modesta, mas, ainda assim, estaremos presentes para expor as obras inscritas dos escritores ausentes, de forma criteriosa e responsável. Com essa nova realidade, as sessões de autógrafos foram canceladas, no entanto, teremos o prazer e a honra em representá-los e apresentar as suas obras para os editores e leitores portugueses”, destacou Dyandreia Portugal.

Um dos autores presentes será Ígor Lopes, que atua como jornalista, escritor e social media entre Brasil e Portugal. Para este profissional, que publica livros-reportagem, a Feira tem um enorme valor na promoção dos autores da lusofonia.

“O evento em Lisboa é já tradicional e a ‘Rede Sem Fronteiras’, com experiência internacional, encaixa-se bem na programação, uma vez que divulga autores de língua portuguesa e valoriza a literatura. Vai ser um prazer poder apresentar alguns dos meus livros durante o evento”, comentou este escritor.

Programação “condicionada”

A “Rede Sem Fronteiras” tinha ainda organizado uma programação off-Feira para comemorar o seu sétimo aniversário, que incluía visitas a bibliotecas e livrarias para que os escritores realizassem o “bate-papo com o autor”, parceria com Academias e entidades literárias, saraus, jantar de gala, passeios culturais e outras atividades que foram canceladas e transferidas para 2021, “quando a comitiva já montada este ano, somada a novos escritores que irão se inscrever para participar no ano que vem, poderá estar presente” nesse país europeu.

Coletânea “garantida”

Apesar da ausência física da comitiva de brasileiros este ano, a “Rede Sem Fronteiras” afirmou ter mantido para a ocasião o lançamento oficial da “Coletânea Sem Fronteiras pelo Mundo... Vol. 5”, que reúne as produções de mais de 100 coautores e o prefácio da presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), Marcia Barroca.

Ainda em Lisboa, a “Rede Sem Fronteiras” irá lançar oficialmente a Editora Portuguesa Letras Graciosas, “mais um produto da Rede, agora em Portugal, que funcionará como ponte direta para o Brasil, desenvolvendo projetos literários em terras lusitanas”.

A “Rede Sem Fronteiras” destaca-se por ser uma entidade cultural que “desenvolve e divulga a cultura brasileira e lusófona em todo o território nacional brasileiro e para leitores de língua portuguesa residentes em mais de 20 países nos cinco continentes, sob o lema: Juntos, somos mais fortes!”.

De acordo com os seus responsáveis, “o objetivo da editora é promover, difundir e fomentar a cultura e a produção dos seus membros, além-fronteiras, por meio de projetos literários e culturais, eventos e parcerias com Universidades, Fundações, Associações, Academias e entidades afins”.

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