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terça-feira, 30 novembro 2021

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GESTÃO DA AMIZADE



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O mundo das relações humanas é extraordinariamente complexo, e só uma excelente preparação nos domínios dos saberes, dos princípios, dos valores, dos sentimentos e dos comportamentos é que permite ultrapassar as dificuldades que, diariamente, se colocam entre as pessoas.

Certamente que se pode, e deve, conviver com aquelas pessoas que, por quaisquer circunstâncias nos rodeiam, de resto, seria contraproducente, afastarmo-nos de colegas de trabalho, dos amigos, dos familiares e de situações diversas, inerentes à convivência humana, porém, a proximidade com tais pessoas deve ser aquela considerada suficiente e necessária, para um relacionamento correto, cordial e educado, sem mais cedências do que aquelas que são indispensáveis, sem ignorar, justamente, o nível de amizade que se deseja conservar.

A estratégia que muitas vezes se adota, no sentido de se garantir um bom relacionamento com toda a gente, mais tarde ou mais cedo, pode resultar em fracasso, pela simples razão de que não há duas pessoas exatamente iguais e, por muito flexíveis que sejam, nunca vamos adaptarmo-nos a todas as personalidades, o que significa que, para sermos agradáveis a umas, seremos, eventualmente, incómodas com outras, se assim não for, estaremos a faltar à lealdade e à retidão.

O mesmo princípio poderá valer para a amizade. Será difícil a alguém ser, simultaneamente, amigo de duas ou mais pessoas, quando estas não são amigas da primeira e/ou amigas entre elas, de resto, os amigos escolhem-se, não nos são impostos por ninguém, e depois de aceitarmos a sua amizade, o mínimo que deveremos fazer é retribuir essa amizade: com solidariedade, com lealdade, com carinho, com cumplicidade, com tolerância, enfim, com uma disponibilidade total para a reciprocidade e para a compreensão.

A amizade entre amigos, por vezes, pode até ser dolorosa, pode, inclusivamente, magoar, porque entre estes amigos não há restrições de nenhuma natureza, no sentido em que sendo leais eles devem manifestar sempre o que sentem um pelo outro, sem rodeios, com total transparência e confidencialidade, obviamente no respeito pela dignidade de cada um, para que desta forma seja possível melhorar sempre a relação.

BIBLIOGRAFIA

CHODRON, Pema, (2007). Quando Tudo se Desfaz. Palavras de coragem para tempos difíceis. Tradução, Maria Augusta Júdice. Porto: ASA editores.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Diamantino Bártolo
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