Faça login na sua conta

Usuário *
Senha *
Lembre de mim

Crie a sua conta aqui!

Os campos marcados com um asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Usuário *
Senha *
Verifique a senha *
Email *
Verificar e-mail *
Captcha *
Reload Captcha
segunda-feira, 18 outubro 2021

Por favor habilite seu javascript para enviar este formulário

Covid-19: Início do ano letivo justifica data para regresso à situação de contingência – DGS



O luso.eu Jornal das comunidades é gratuito mas quero ajudar!

(Lusa) – A diretora-geral da Saúde justificou hoje a data apontada para o regresso à situação de contingência em Portugal continental com o início do ano letivo, que vai gerar “um movimento social em massa”.

O Governo anunciou na quinta-feira que durante a próxima quinzena a generalidade de Portugal continental continuará em alerta e a Área Metropolitana de Lisboa em contingência, passando todo o continente à situação de contingência em 15 de setembro.

Questionada sobre os critérios para a escolha desta data, Graça Freitas referiu o início do próximo ano letivo, que arranca entre 14 e 17 de setembro com a retoma das atividades presenciais.

“O que vai acontecer no dia 14 [de setembro] são milhões de pessoas que retomam a sua atividade letiva, isto vai gerar um movimento populacional bastante intenso”, afirmou durante a habitual conferência de imprensa sobre a situação epidemiológica em Portugal.  

Segundo a diretora-geral, a reabertura das escolas vai juntar muitas pessoas e, partindo do “princípio da precaução”, é necessário acautelar aquilo que será “um movimento social em massa” com o reforço das regras.  

“São os alunos, os professores, os funcionários, mas também quem cuida destas crianças e destes jovens e os vai deixar à escola”, acrescentou.

Na quinta-feira, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, disse que a decisão se prende também com a necessidade de preparar o outono e o inverno, antecipando que na semana que se inicia em 07 de setembro serão anunciadas as medidas que passarão a estar em vigor a partir da última quinzena desse mês.

Ainda sobre o regresso às aulas, Graça Freitas recordou que as orientações do Ministério da Educação foram definidas, em colaboração com a direção-geral da Saúde, e são conhecidas, mas admitiu que alguns estabelecimentos de ensino possam ter mais facilidade do que outros em aplicá-las.

“É normal que aquelas regras gerais que poderão ser aplicadas em condições ideais possam ter que ser revisitadas para encontrar soluções alternativas para eventuais problemas. Uma coisa são as orientações, outra é a capacidade de operacionalizar essas orientações”, reconheceu.

No entanto, acrescentou, os Ministérios da Educação e da Saúde estarão disponíveis para apoiar as escolas naquilo que possa vir a ser a necessidade de implementar soluções alternativas, por exemplo, para o caso de alunos e professores pertencentes a grupos de risco.

Graça Freitas considerou ainda que, provavelmente, a operacionalização das orientações da tutela terá de ser revisitada e adaptada ao longo do ano letivo, explicando que “há coisas que só se podem verificar quando são implementadas”.

Portugal registou mais seis mortes associadas à covid-19 e 401 novos casos confirmados de infeção nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) hoje divulgado.         

De acordo com os dados da DGS, desde o início da pandemia até hoje, registaram-se 57.074 casos de infeção e 1.815 mortes.


Adicionar o seu comentário aqui!

luso.eu Jornal Comunidades

TEMOS NO SITE

Temos 499 visitantes e 0 membros em linha

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

A SUA PUBLICIDADE AQUI?

EVENTOS ESTE MÊS

Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
30
31

News Fotografia