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Assiste-se, atualmente, primeiro quarto do século XXI, a uma banalização de certos relacionamentos, habitualmente, designados por namoros; ou então, também se constata que, determinadas amizades passam à suposta condição de namoros, para delas, uma, ou as duas partes, retirarem proveitos que, em princípio, só deveriam ocorrer numa fase posterior, dir-se-ia, naquele período pré-nupcial, ou seja, experimentam-se as relações mais íntimas, alimentam-se determinadas práticas, e depois, troca-se de parceiro e procede-se a um inqualificável e desumano “descarte” de uma das partes, pela outra. O namoro, como a amizade verdadeira, não são isto, como o afeto e a consideração não devem caminhar por tais estradas de prazer, luxúria e orgias temporárias.

Quando duas pessoas se aproximam, cada vez mais, estabelecem laços de simpatia que, posteriormente, podem progredir para uma amizade autêntica, e, se tais pessoas não têm quaisquer compromissos, mais profundos com outras, nomeadamente, namoro ou até matrimónio, é possível que venham a desejar um relacionamento profícuo, em ordem a um desfecho nupcial e, mais tarde ou mais cedo, assumam a condição de cônjuges.

O “Dia dos Namorados” é, portanto, um bom motivo para se aquilatar do estado de uma relação, que, para além de uma ligação de amizade inicial, já passou a um nível superior, mais digno e mais íntimo, a partir do amor que, entretanto, se gerou. Analisar se existe muita, pouca ou nenhuma compatibilidade entre os namorados, em diversos domínios, que, mais tarde, acompanharão o casal ao longo da vida matrimonial, se esta for a decisão, será um dos objetivos do namoro.

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A responsabilidade por condutas excessivas, praticadas pelos namorados, obviamente que deverá ser partilhada por cada um dos elementos do casal, exceto se houver violência de um dos membros, contra o outro, em que esse outro fique física e psicologicamente  em desvantagem e, certamente, impedido de se defender, ou seja: atribuir, por exemplo, a culpa de uma determinada situação ao jovem, pode não corresponder à verdade se, entretanto, se verificar que a jovem colaborou na execução de um ato que, à partida, poderia ter sido evitado, pelo menos numa fase inicial do namoro.

Considera-se, ou, no mínimo, poder-se-á aceitar que o namoro será um tempo de pedagogia para os elementos que compõem o casal, indistintamente da sua composição em género, idade ou estatuto. Nesse sentido aponta a presente reflexão, que não pretende ser uma crítica destrutiva a determinados atos, incluindo os mais íntimos, mas, pelo contrário, uma abordagem pedagógica sobre as precauções, princípios, valores, sentimentos e emoções, que este período pré-matrimonial, ou de conhecimento mútuo, encerra.

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