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Um recente estudo internacional revelou que os empresários portugueses têm praticado um comportamento fiscal controverso, desviando aproximadamente 30% das suas despesas pessoais para as contas das suas empresas.

Este desvio de despesas não levanta apenas preocupações sobre a ética empresarial, mas também resulta num impacto significativo nas finanças públicas, provocando um segundo desvio de cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em impostos que não são cobrados ao Estado.

A análise, realizada por Elisabete Miranda e publicada no Expresso, destaca que muitos empresários aproveitam este método para reduzir os encargos fiscais associados ao IRS, IVA e IRC, utilizando as suas empresas como "abrigos fiscais". Este fenómeno é particularmente evidente em categorias de despesas que se encontram na fronteira entre o uso pessoal e empresarial, como refeições em restaurantes, estadias em hotéis, e aquisição de vestuário e combustíveis.

Além do impacto fiscal, esta prática levanta questões sobre a equidade do sistema tributário e a competição leal no mercado. Muitos oradores nas redes sociais expressaram as suas opiniões sobre o assunto, alguns argumentando que a elevada carga tributária justifica tal comportamento, enquanto outros alertam para os riscos éticos e a necessidade de uma reforma fiscal mais justa.

A discussão em torno deste estudo já está a gerar reações diversas, com apelos para maior fiscalização e regulação das práticas fiscais por parte das autoridades.

Com a economia a recuperar após a pandemia, este é um momento crítico para a revisão das políticas fiscais e para garantir que todos os cidadãos e empresas desempenhem o seu papel na contribuição justa para o erário público. 

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