script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-3525825446826650" crossorigin="anonymous"> Crónicas - luso.eu | Jornal de Notícias das Comunidades Portuguesas
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É excelente que cada pessoa se habitue à ideia de que no nosso interior existe um Eu superior, um Algo que nos distingue, um Espírito que nos comanda, porque: «A constante consciência espiritual, como dissemos, é nada menos do que um novo estado mental para a maioria das pessoas.

É um novo modo de ser, um modo de vida mais completo, um modo de vida que ajuda a trazer de volta a totalidade pela qual elas anseiam. É a ideia central da nova agenda administrativa.» (HAWLEY, 1995:42).

Por isso, também no trabalho, a existência de um espírito individual, em cada membro da equipa, é fundamental para o sucesso da organização. É este espírito individual que se transforma em coletivo, que conduz à realização dos objetivos. É este espírito de combatividade que proporciona a coesão da equipa, é este espírito empresarial que permite o bem-estar e o progresso da humanidade.

Atualmente, fala-se muito em “cultura empresarial”, “espírito de equipa”, motivação, liderança e outros conceitos extremamente importantes para o êxito das organizações, todavia, estas não se limitam, nem podem, às máquinas, aos capitais, aos utentes, mas essencialmente, aos seus recursos humanos, que devem estar sensibilizados para fazerem bom uso dos seus dons superiores espirituais.

Ao nível dos recursos humanos, e no interior de cada pessoa, existe uma outra dimensão que faz com que se vençam muitos obstáculos, inclusive, que alimenta a motivação e cria mais oportunidades para o sucesso. Com efeito: «Quando as pessoas buscam “motivar” a equipe de trabalho ou recolocar a “vida” em suas vidas, elas estão buscando a fonte da vitalidade. Estão procurando a fagulha perdida, catando a força, o vigor e a verve – para o espírito que vem da Fonte. Enquanto nos aproximamos daquela Fonte, daquela força causal, nossa existência reveste-se de entusiasmo. Estamos mais próximos da nossa essência, do que nos torna vivos.» (Ibid.:44).

Portanto, esta componente espiritual é o que realmente nos fortalece, nos encaminha para o orgulho, para a motivação, para o sucesso. Sabe-se que: «Sistemas de alto desempenho referem-se constantemente ao “espírito” sentido pelas pessoas. A dimensão espiritual, (…) está sempre envolvida em situações de grande realização. É ela que responde pela energia especial – a inspiração, o entusiasmo, o vigor e assim por diante – que você encontra nesses ambientes de grande realização.» (Ibid.).

Bibliografia.

HAWLEY, Jack, (1995). O Redespertar Espiritual no Trabalho. O Poder do Gerenciamento Dharmico. Tradução Alves Calado. Rio de Janeiro: Record


 



 

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