Opinião
- Detalhes
- Por: redacção
Há datas que existem para nos fazer recordar. Não por obrigação cívica nem por rotina protocolar, mas porque o esquecimento, quando incide sobre certas memórias, cobra um preço que as gerações seguintes normalmente pagam em sangue.
- Detalhes
- Por: FLORENTINO CARDOSO
Nove séculos nos separam daquela manhã poeirenta em Guimarães, mas o eco das espadas de S. Mamede ainda ressoa em cada decisão que tomamos como povo. Mais do que um episódio gravado no granito do tempo, aquela batalha foi o parto de uma vontade coletiva: a de não sermos de outros para podermos ser, plenamente, de nós mesmos. Celebrar estes 900 anos não é apenas folhear o passado, mas reconhecer que a independência conquistada naquele campo permanece o nosso bem mais precioso — o alicerce invisível que nos permite, ainda hoje, falar a nossa língua, decidir o nosso destino e caminhar pelo mundo com o nome de Portugal no peito.
Mais artigos …
- O influencer marketing está morto. Viva as comunidades
- Opinião: A Paz de Trump e o Paradoxal "Oitavo Teatro"
- Eleições Internas: Renovar na Continuidade pelo Futuro das Comunidades e de Portugal
- Ana Abrunhosa e o Espetáculo Político: Quando o Poder Substitui o Interesse de Coimbra
- A Vitória do Equilíbrio e o Paradoxal Fortalecimento de Ventura
- O silêncio dos inocentes.






















