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Opinião
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- Por: redacção
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Há vidas que parecem talhadas para a posteridade, mas poucas marcaram tanto a memória coletiva portuguesa como a de Francisco Sá Carneiro. Morreu aos 46 anos, no auge da sua vida, sem tempo para a acomodação, sem paciência para o cinzento. Talvez por isso a sua ausência tenha pesado tanto ao país.
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